Uma das dúvidas mais comuns de quem está pensando em colocar silicone é: a prótese fica por cima ou por baixo do músculo?
Apesar de parecer apenas uma diferença de localização, o plano em que a prótese é colocada pode influenciar a cobertura do implante, o resultado estético, a recuperação e até a forma como a mama evolui ao longo dos anos.
Por isso, essa não é uma escolha feita apenas pela preferência da paciente. A técnica precisa ser definida de acordo com a anatomia de cada mulher e com o resultado que se busca.
Na técnica submuscular, o implante é colocado atrás do músculo peitoral.
Essa posição proporciona uma camada adicional de cobertura sobre a prótese, o que pode ser especialmente interessante para mulheres com pouca quantidade de tecido mamário ou menor espessura na região do colo.
Além disso, o músculo ajuda a suavizar a transição entre o tórax e o implante, contribuindo para um resultado mais natural em pacientes selecionadas.
Na mamoplastia de aumento tradicional, o Dr. Thiago opta pelo posicionamento atrás do músculo.
A escolha está relacionada à busca por uma maior cobertura do implante e por um resultado que mantenha boa sustentação e aparência ao longo da evolução da mama.
Isso não significa que colocar a prótese por cima do músculo seja uma técnica “errada”. Existem indicações e vantagens para diferentes planos. A questão é entender qual técnica faz mais sentido para cada paciente
Quando o implante é colocado à frente do músculo, ele fica em um plano chamado pré-peitoral.
Essa técnica pode ter algumas vantagens, como menor interferência sobre o músculo peitoral e, em determinadas situações, uma recuperação diferente da técnica submuscular.
Por outro lado, quando a paciente possui pouca cobertura de tecido, o implante pode ficar mais aparente ou palpável. A escolha do plano, portanto, precisa considerar a anatomia, a quantidade de tecido disponível, o tamanho do implante e o objetivo do resultado. Motiva
Existe uma exceção: a técnica Preservé®.
No Preservé®, a prótese é posicionada à frente do músculo, mas é importante entender que não estamos falando simplesmente de colocar uma prótese “por cima do músculo” pela técnica convencional.
O Preservé® utiliza uma abordagem diferente, criada para preservar os tecidos naturais da mama. Em vez da dissecção tradicional para criação da loja do implante, a técnica utiliza instrumentos específicos e um balão para criar o espaço onde a prótese será acomodada, preservando estruturas naturais de sustentação. Motiva
Por isso, Preservé® e a técnica convencional pré-peitoral não devem ser tratados como se fossem a mesma coisa.
São propostas cirúrgicas diferentes, com técnicas, indicações e objetivos próprios
A resposta é: depende.
Não existe um único plano que seja ideal para todas as mulheres.
Na cirurgia tradicional, o Dr. Thiago prefere o posicionamento atrás do músculo, buscando uma boa cobertura do implante e um resultado que acompanhe a evolução natural da mama.
Já o Preservé® é uma técnica diferente, que permite o posicionamento à frente do músculo por meio de uma abordagem de preservação dos tecidos. Motiva
O mais importante é que a técnica seja escolhida individualmente, considerando o corpo, a anatomia, a quantidade de tecido mamário, a qualidade da pele e o resultado que a paciente deseja.
É escolher a técnica que melhor respeita o seu corpo e o resultado que você deseja alcançar.
Quer saber qual técnica pode ser mais indicada para o seu caso? Agende uma avaliação com o Dr. Thiago.